Modelo de autorização
O modelo de autorização do PermissãoES combina perfis, grupos de permissão, vínculos funcionais e escopo organizacional.
Estrutura do modelo
Recurso, ação e privilégio
Um recurso representa uma área funcional protegida do sistema.
Uma ação representa uma operação sobre esse recurso.
Um privilégio é a combinação entre recurso e ação.
Exemplo conceitual:
| Recurso | Ação | Privilégio |
|---|---|---|
| Processo | Consultar | Consultar processo |
| Processo | Aprovar | Aprovar processo |
| Relatório | Emitir | Emitir relatório |
Perfil
O perfil é um conjunto nomeado de privilégios.
Na operação do PermissãoES, o perfil é a unidade principal de concessão. Isso evita que gestores operacionais tenham que lidar com permissões muito granulares, como cada recurso e cada ação individual.
Exemplo:
Perfil: Gestor de Unidade
- Consultar processos da unidade
- Aprovar solicitações da unidade
- Emitir relatórios da unidade
Grupo de Permissão
O grupo de permissão é o alvo operacional da concessão.
Em vez de conceder um perfil diretamente a cada pessoa, o perfil é concedido a um grupo. O grupo reúne lotações, comissões ou outros grupos controlados.
Perfil -> Grupo de Permissão -> Membros do grupo
Escopo organizacional
O escopo organizacional define onde uma permissão é válida.
Exemplo: uma pessoa pode ter perfil de Aprovador, mas apenas para a unidade em que atua ou para um conjunto de unidades sob responsabilidade do órgão.
Domínio de autoridade
Toda delegação e toda operação de concessão precisam caber em um domínio autorizável.
Domínio = Sistema + Perfis Permitidos + Escopo Organizacional
Esse domínio impede que um usuário administre permissões maiores do que aquelas que recebeu.
Acesso efetivo
O acesso efetivo é calculado a partir da combinação entre:
- pessoa autenticada;
- vínculo funcional ou composição do grupo;
- grupo de permissão;
- perfil concedido ao grupo;
- escopo organizacional aplicável;
- regras do sistema integrado.