Perguntas frequentes
O cidadão precisa se cadastrar no PermissãoES?
Não. O cidadão acessa os serviços digitais pelos próprios canais de cada serviço. Quando necessário, a autenticação ocorre pelo Acesso Cidadão.
O PermissãoES atua na autorização dos sistemas integrados, especialmente em cenários que envolvem perfis administrativos, vínculos funcionais, lotações e escopos organizacionais.
O PermissãoES substitui o Acesso Cidadão?
Não. O Acesso Cidadão autentica a pessoa. O PermissãoES ajuda a responder o que aquela pessoa pode fazer em determinado sistema e em qual escopo.
O acesso é concedido diretamente ao usuário?
O modelo operacional utiliza grupos de permissão. Perfis são concedidos a grupos, e os grupos reúnem lotações, comissões ou outros grupos controlados.
O que acontece quando uma pessoa muda de lotação?
Quando a mudança é refletida nas fontes oficiais e nos sistemas estruturantes integrados, as permissões associadas ao contexto funcional podem ser recalculadas conforme a nova realidade administrativa.
Um órgão pode administrar seus próprios acessos?
Sim, desde que exista delegação apropriada. A delegação define quem pode conceder, quais perfis pode administrar e em qual escopo organizacional.
Um ponto focal pode criar outro ponto focal?
Não. O ponto focal atua operacionalmente nas concessões dentro do domínio recebido, mas não cria novos delegados.
Por que existe escopo organizacional?
Porque o mesmo perfil pode ter significados diferentes conforme o órgão ou unidade. O escopo evita acesso indevido fora do domínio administrativo autorizado.
Grupo de trabalho recebe permissão diretamente?
Não. Grupo de trabalho pode servir como referência de composição por snapshot, mas a concessão é feita para grupo de permissão.
O sistema integrado ainda precisa implementar autorização?
Sim. O sistema integrado continua aplicando suas regras de negócio. A diferença é que ele passa a consumir perfis e escopos de uma fonte estruturante, reduzindo regras locais duplicadas e cadastros manuais.